© 2019 por JONNY BORGES.

Katú, Rapper, Atriz, Artista e Ativista.

O nome Katú Mirim nasceu através do batismo Nhemongarai, batismo do povo Guarani Mbya.

Hoje o nome Katú se tornou também seu nome artístico.

Apesar de ter sido reconhecida e batizada pelos Guarani Mbya da TI Jaraguá, Katú tem ascendência Boe Bororo, clã Bokodori Ecerae, de Mato Grosso. Nascida e residente na periferia do interior Paulista, artista independente iniciou sua carreira na música em 2017 com o lançamento do single Aguyjevete. Seu primeiro contato com o Hip Hop foi na adolescência, Katú era integrante do grupo Estação Juventude, participava das batalhas de rimas e dançava Breaking. Do Rap ao Rock, Katú teve dois projetos de bandas de Rock, a primeira banda se chamava Kids6, banda de garagem ao qual Katú era a vocalista, já no segundo projeto Katú tocava Baixo.


No rap Katú busca sempre falar das questões indígenas, usando suas artes como ferramenta de catarse e de luta. Mas suas músicas e artes não falam somente da questão indígena, mas sim de tudo que envolve sua vida, identidade, sociedade, gênero, sexualidade, crenças e espiritualidade. Katú define sua arte como ascendência futurística.

Em 2019 fundou a mídia Tibira, primeira rede social Brasileira dedicada aos indígenas lgbtq+ plataforma que visa em trazer reflexões sobre a existência dos indígenas lgbtq+ do Brasil e do mundo. https://www.instagram.com/indigenaslgbtq

Em 2017 Fundou a etnomídia Visibilidade Indígena, mídia indígena com mais de 30 mil seguidores nas redes sociais. Hoje a mídia é cordenado por Katú e outros indígenas.

https://www.instagram.com/visibilidadeindigena

https://www.facebook.com/visibilidadeindigena

Em 2017 Katú lançou a tag #indionaoéfantasia, a denuncia teve grande poder midiático e trouxe a tona o debate sobre a fantasia de índio.

Em 2015 iniciou os estudos de teatro na escola ETA, formou-se em 2016, 2017 estudou teatro pós dramatico na UniFaccamp e lá conheceu a dança/teatro Butoh. Em 2017 participou de uma oficina intensiva de Butoh Ma com o renomado mestre Tadashi Endo,

No final da oficina Katú foi a artista escolhida por Tadashi Endo para dançar ao seu lado.

Em 2007 Fundou o site Gibi Girls, portal sobre body arte e mulheres tatuadas. Gibi Girls trouxe a discussão sobre o preconceito com mulheres tatuadas, body arte e discriminação. Hoje é o maior portal Brasileiro nesssa tematica. Em 2015 vendeu o site para o Tattoo Place e foi se dedicar ao teatro e aos estudos sobre a questão indígena.

ASCENDÊNCIA

FUTURISTÍCA

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