Rapper, Atriz e Ativista.

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O nome Katú Mirim nasceu através de uma cerimônia do povo Guarani Mbya, da TI Jaraguá- SP.  Katú significa Boa/Bom

Apesar de ter sido reconhecida como indígena e batizada pelos Guarani Mbya, seu ascendente é Boe Bororo.

Através das redes sociais Katu Mirm conta sua jornada em busca de si mesma e suas raízes, filha de aldeia e quilombo, resistência indígena na periferia, suas musicas falam de sua vida, da retomada de identidade, memória, racismo, gênero, espiritualidade e do todo que a faz ser quem é.

NA ATIVA!

​Em 2017 Fundou o portal Visibilidade Indígena, mídia indígena com mais de 50 mil seguidores nas redes sociais. Hoje a mídia é coordenada por outros indígenas.

https://www.instagram.com/visibilidadeindigena

Através do Visibilidade Indígena em 2018 Katú lançou a tag #indionaoéfantasia, a denúncia teve grande poder midiático e trouxe a tona o debate sobre a fantasia de índio.

Em 2019 fundou o coletivo Tibira, primeira rede social Brasileira dedicada aos indígenas lgbtq+ plataforma que visa em trazer reflexões sobre a existência dos indígenas lgbtq+ do Brasil e do mundo. https://www.instagram.com/indigenaslgbtq

Em 2021 criou a tag #Indigenasjobs com o intuito de promover uma ponte entre os indígenas e o mercado de trabalho,

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